Jornalismo

Sumaré | 16/05/2018 - 15h09 Imprimir

Organização Social é investigada em Sumaré

Uma entidade com objetivos filantrópicos, fundada dentro da Igreja Católica há cinco décadas, está no centro de uma série de escândalos milionários em prefeituras brasileiras. Na Região Metropolitana de Campinas (RMC), a Pró-Saúde, associação beneficente autorizada a atuar como organização social (OS), esteve por quase três anos à frente da administração de duas importantes unidades de atendimento ao público de Sumaré: a UPA Macarenko, na região central; e o PA do Matão. Mas a instituição passou a ser investigada, no município, por crimes como a contratação irregular de médicos e o repasse indevido de recursos a parceiros. Uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) chegou a ser formada em fevereiro do ano passado, dentro da Câmara de Sumaré, e concluiu que a empresa causou um prejuízo de R$ 40 milhões aos cofres públicos, por conta do desvio das finalidades previstas no contrato firmado ainda em 2014 com a Prefeitura. A CEI, no caso, foi encerrada em dezembro, e suas conclusões foram informadas ao Ministério Público (MP), A Pró-Saúde nega as irregularidades que constam nas denúncias formuladas pela CEI. O inquérito está em andamento.

por Redação
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